Na região de Khuda Bakhsh, os peregrinos batiam no peito e entoavam frases como "Bhutto está tão viva hoje como ontem", exigindo que seus assassinos sejam julgados.
O viúvo de Bhutto, Asif Ali Zardari, que se tornou presidente do país em 2008, assim como suas duas filhas e o primeiro-ministro Yusuf Raza Gilani, visitaram o túmulo no domingo.
Em uma mensagem divulgada para este aniversário, Zardari lembrou que seu governo segue o legado de Bhutto e que continua combatendo "o extremismo e o terrorismo" para dar "paz e prosperidade" ao país.
"Calculamos que mais de 100 mil pessoas visitaram o túmulo desde ontem", declarou nesta segunda-feira à tarde um funcionário da polícia local, Ashraf Leghari.
Bhutto, duas vezes chefe de governo nos anos 90, foi assassinada no dia 27 de dezembro de 2007 em Rawalpindi, em um atentado suicida acompanhado por tiros quando a presidente terminava um comício para as eleições legislativas de 2008.
A justiça paquistanesa anunciou na metade de novembro o indiciamento de cinco islamitas por sua suposta participação no assassinato.
Outros cinco suspeitos conseguiram fugir da justiça. Três foram assassinados, entre eles o líder do Movimento dos Talibãs Paquistaneses (TTP), Baitula Mehsud, considerado pela justiça o instigador do assassinato de Bhutto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário