O "El País", que cita "fontes conhecedores do caso", afirma que nem Moscou nem Madri confirmaram oficialmente a notícia e que os embaixadores de Espanha e Rússia não quiseram falar do incidente.
O jornal "La Razón" informou no último dia 10 a expulsão dos funcionários russos e advertiu que era esperada uma reação recíproca por parte de Moscou.
Segundo o "El País", a ordem de expulsão dada pelo Governo Russo afeta Ignacio Cartagena, conselheiro político da Embaixada da Espanha em Moscou, e Borja Cortés-Bretón, primeiro-secretário na legação espanhola.
O "El País", que qualifica o incidente como o mais grave desde o restabelecimento das relações diplomáticas entre Madri e Moscou em 1977, afirma que a expulsão dos dois diplomatas russos há sete semanas aconteceu depois que o Centro Nacional de Inteligência informou ao Governo espanhol que ambos realizavam tarefas de espionagem.
O jornal afirma que a discrição mantida sobre este incidente entre Madri e Moscou contrasta com a informação pública de um fato semelhante entre Londres e Moscou, no último dia 22, quando o Ministério britânico de Assuntos Exteriores ordenou a expulsão de um diplomata russo e Moscou respondeu no dia seguinte com a expulsão de um diplomata do Reino Unido.
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